27/03/12

DOENÇA DE ALZHEIMER: SINAIS DE ALERTA

1. Perda de memória
É normal esquecer ocasionalmente reuniões, nomes de colegas de trabalho, números de telefone de amigos, e lembrar-se deles mais tarde. Uma pessoa com a doença de Alzheimer esquece-se das coisas com mais frequência, mas não se lembra delas mais tarde, em especial dos acontecimentos mais recentes.
2. Dificuldade em executar as tarefas domésticas
As pessoas muito ocupadas podem temporariamente ficar tão distraídas que chegam a deixar as batatas no forno e só se lembram de as servir no final da refeição. O doente de Alzheimer pode ser incapaz de preparar qualquer parte de uma refeição ou esquecer-se de que já comeu.
3. Problemas de linguagem
Toda a gente tem, por vezes, dificuldade em encontrar a palavra certa. Porém, um doente de Alzheimer pode esquecer mesmo as palavras mais simples ou substituí-las por palavras desajustadas, tornando as suas frases de difícil compreensão.
4. Perda da noção do tempo e desorientação
É normal perdermos – por um breve instante – a noção do dia da semana ou esquecermos o sítio para onde vamos. Porém, uma pessoa com a doença de Alzheimer pode perder-se na sua própria rua, ignorando como foi dar ali ou como voltar para casa.
5. Discernimento fraco ou diminuído
Muitas pessoas podem não ir logo ao médico quando têm uma infeção, embora acabem por procurar cuidados médicos mais tarde. Um doente de Alzheimer poderá não reconhecer uma infeção como algo problemático e não ir mesmo ao médico ou, então, vestir-se inadequadamente, usando roupa quente num dia de Verão.
6. Problemas relacionados com o pensamento abstrato
Por vezes, as pessoas podem achar que é difícil fazer as contas dos seus gastos. Mas, alguém com a doença de Alzheimer pode esquecer completamente o que são os números e o que fazer com eles. Festejar um aniversário é algo que muitas pessoas fazem, mas o doente de Alzheimer pode não compreender sequer o que é um aniversário.
7. Trocar o lugar das coisas
Qualquer pessoa pode não arrumar corretamente a carteira ou as chaves. Um doente de Alzheimer pode pôr as coisas num lugar desajustado: um ferro de engomar no frigorífico ou um relógio de pulso no açucareiro.
8. Alterações de humor ou comportamento
Toda a gente fica triste ou mal-humorada de vez em quando. Alguém com a doença de Alzheimer pode apresentar súbitas alterações de humor – da serenidade ao choro ou à angústia – sem que haja qualquer razão para tal facto.
9. Alterações na personalidade
A personalidade das pessoas pode variar um pouco com a idade. Porém, um doente com Alzheimer pode mudar totalmente, tornando-se extremamente confuso, desconfiado ou calado. As alterações podem incluir também apatia, medo ou um comportamento inadequado.
10. Perda de iniciativa
É normal ficar cansado com o trabalho doméstico, as atividades profissionais do dia-a-dia ou as obrigações sociais; porém, a maioria das pessoas recupera a capacidade de iniciativa. Um doente de Alzheimer pode tornar-se muito passivo e necessitar de estímulos e incitamento para participar.
Mais informações: Alzheimer Portugal

19/03/12

SER SEDENTÁRIO É MAU PARA A SAÚDE

Um dos primeiros posts que publiquei neste blogue, no início de 2010, referia-se à importância do exercício físico para a saúde. O vídeo seguinte, dobrado em espanhol, é uma das apresentações mais didáticas que vi até agora sobre os efeitos benéficos do exercício.


12/03/12

DOENÇAS RARAS

“As doenças raras são raras, mas os doentes com doenças raras são numerosos”. Por esse motivo, poderá ter interesse uma visita ao sítio do orphanet, o portal para as doenças raras e os medicamentos órfãos.
 
Uma doença é considerada rara quando afeta menos de 1 por 2000 habitantes.  Os medicamentos órfãos, utilizados no diagnóstico, prevenção ou tratamento destas patologias, têm esta designação em virtude da indústria farmacêutica ter pouco interesse em desenvolvê-los e comercializá-los, na medida em que os custos envolvidos nesse processo não seriam recuperados pelas vendas previstas do fármaco.


07/03/12

HIPERTENSÃO ARTERIAL

Pode encontrar aqui importante informação sobre a hipertensão arterial, que em Portugal atinge mais de 40 por cento da população adulta.

05/03/12

POSSO VIVER?

Passaram 5 anos desde a aprovação, pelo parlamento português, de uma lei iníqua que despenalizou o aborto até às dez semanas de gravidez, por opção da mãe. Foram abortadas, neste período, mais de 80 mil crianças, em mais de 95 % dos casos apenas por opção da mulher grávida.
  
Entretanto, as complicações orgânicas do aborto legal, para a mulher que a ele se submete têm vindo a aumentar todos os anos, registando-se mesmo uma morte em 2010. Além disso, segundo um relatório das Nações Unidas, divulgado em 2011, Portugal vai ter nos próximos quatro anos a segunda mais baixa taxa de fecundidade do mundo.

É tempo de dizer basta!